sábado, 17 de janeiro de 2026

o segredo da empregada


“I’m sorry to hear your wife is ill.”

Estava de férias e, logo após terminar a leitura de A empregada, de Freida McFadden, emendei na sua continuação, O segredo da empregada. Algum tempo se passou depois dos acontecimentos do livro anterior, e Millie agora trabalha em outra casa, uma cobertura superchique em Nova York.

Mais uma vez, Millie está diante de uma mulher que parece doente e um marido atencioso. [ajuste 1: adicionei "Millie está" para dar sujeito e verbo à frase] Hmmm... as coisas se repetem. Porém, diferentemente do outro livro, em que ela morava na casa, aqui ela tem seu próprio apartamento, minúsculo e em um lugar perigoso, o que coloca sua vida em risco.

Enzo, o jardineiro italiano, reaparece aqui com mais destaque, e Millie também ganha outro papel, além de diarista. Nada novo no front. Definitivamente, não seguirei com a série, que ainda tem outros livros na mesma esteira.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

a empregada


"I am, after all, a convict. You make one mistake in life, and nobody ever trusts you again."
E li o livro sensação da vez. Obviamente, a história me prendeu e fui até o fim praticamente de uma vez só. A Empregada, de Freida McFadden, consegue aquilo a que se propõe: entreter e envolver o leitor nas reviravoltas. Mas acaba se perdendo nos absurdos das coincidências e na tentativa de surpreender a todo momento, o que enfraquece o próprio enredo.

A trama acompanha Millie, jovem com antecedentes criminais que tenta uma vaga como empregada doméstica em uma família rica. Do outro lado, temos Nina, a patroa que precisa de alguém para ajudá-la, mas que, ao mesmo tempo, mostra suas garras, tratando a nova funcionária com desprezo e tornando sua rotina cada vez mais difícil.

O marido bonitão, claro, tenta amenizar a situação e se apresenta como verdadeiro exemplo de homem. A filha também parece ser bastante mimada e não vai facilitar a vida de Millie.

Não posso contar mais, pois isso estragaria as surpresas desse thriller psicológico que aborda violência, abuso, manipulação e mentes completamente doentias.

O livro virou filme, mas ainda não consegui assistir. Na verdade, não tive vontade de reviver a história.

Mas uma dica: li no original, em inglês, e recomendo. A linguagem é fácil e ajuda a aumentar o seu vocabulário ;-)