sábado, 2 de março de 2019

a irmã lua


"- Por que você está otimista? 
- Porque é a nossa única opção."

E termino mais um livro da série das Sete Irmãs, de Lucinda Riley. Não há muito o que dizer, exceto que desta vez fui para Inverness, na Escócia, e Vale Nevado, na Espanha. Eu já estive na Escócia e uma das vistas mais lindas que tive foi nas Terras Altas. Lugar maravilhoso, calmo, frio e aconchegante. E o Vale Nevado será um dos meus próximos destinos. Em "A irmã da lua", acompanhamos as descobertas de Tiggy, a irmã mística, vegana e defensora dos animais. No mais, o enredo é exatamente o mesmo dos demais romances da autora. Voltamos ao passado para descobrir os antepassados da protagonista, há uma história de amor por lá e outra no presente. Sem grandes surpresas. Tiggy descende de ciganos. Acompanhamos suas músicas, danças e crenças, tudo de forma bem estereotipada. A alegria termina com a Guerra Civil Espanhola e os homens de Franco, que invadem as grutas onde os 'gitanos' moram, matando quase todo mundo. A autora inspirou-se na dançarina de flamenco Carmen Amaya para compor sua personagem cigana Lúcia, avó de Tiggy, mulher chata e sem graça. Conseguiu me irritar muito. Há algumas passagens sobrenaturais difíceis de serem digeridas, principalmente por estarem totalmente fora de contexto. Ainda assim, valeu pela viagem. Mais uma vez.


Leia também:

As sete irmãs (Brasil)
A irmã tempestade (Noruega)
A irmã da sombra (Inglaterra)
A irmã da pérola (Austrália)

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