quinta-feira, 26 de novembro de 2015

a estrela mais brilhante do céu


Saí da “Escuridão total sem estrelas”, de Stephen King, direto para “A estrela mais brilhante do céu”, da irlandesa Marian Keyes, minha autora preferida de chick-lit. Mas este livro foge um pouco das outras histórias dela. Claro que os estão presentes elementos habituais desse tipo de literatura (mulheres com a vida confusa em busca do amor), mas com uma pegada diferente.

A versão que eu li
Logo no começo somos apresentados a uma espécie de espírito ou seja lá o que for. Eu li a versão original, em inglês, portanto não sabia exatamente o gênero do narrador. Fui conferir a versão brasileira e lá há gênero. Uma pena. Principalmente quando avançamos na história e descobrimos do que realmente se trata.

Enfim, este espírito chega a um prédio no centro de Dublin. Lá terá que escolher uma pessoa. Aos poucos, passa a vigiar pensamentos, atitudes e até mesmo o passado de cada um dos moradores e daqueles com os quais se relacionam. Parece uma novela com vários núcleos e com personagens bem diversos: mulher solteira na crise dos quarenta, homem workaholic, moça boazinha, moço bonzinho (mas ambos depressivos), imigrantes sonhadores, cara sedutor, mulher mal humorada, velha vidente e até um cachorro chamado Rancor, que tem seus próprios pensamentos amargos em relação ao filho da dona. Todos acabam se encontrando e se desencontrando durante a trama.

Apesar de não se passar durante o Natal, é um bom livro para essa época. Leve, divertido e com uma mensagem bacana no final.

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