quarta-feira, 13 de novembro de 2013

bridget jones - louca pelo garoto

"59,5 kg. 468 seguidores no Twitter impressionados com todo meu conhecimento sobre livros de autoajuda. 0 pretendentes."



Sabe aqueles livros deliciosos que não queremos terminar? Tão prazerosos que sentimos um vazio antes mesmo de chegar na última página? Foi assim com Bridget Jones - louca pelo garoto, o terceiro da série de Helen Fielding. A boa e velha (sem trocadilhos) Bridget continua lá: atrapalhada, cheia de planos - mas com pouca vontade de realizá-los - comilona e super divertida. Depois de 17 anos do lançamento de O Diário de Bridget Jones (1996) e catorze de Bridget Jones: o limite da razão (1999), reencontramos a personagem com 51 anos (ou melhor, 35, já que esta é uma boa idade para as mulheres estacionarem a contagem). Difícil é não associar Bridget à imagem de Renée Zellweger, que a interpretou no cinema.

Seu novo diário começa com o telefonema da amiga Thalita a convidando para seu aniversário de 60 anos. Só que é justo no dia em que o novo namorado de Bridget fará 30. A partir daí, ela retrocede um ano para explicar como chegou aos 51 com um cara de 29. Seu marido, o galã Mark Darcy (aqui vejo o Colin Firth), morreu num acidente. Viúva com dois filhos pequenos, Billy e Mabel, ela tem que lidar com escola, comida, dentista, vídeo game, Bob Esponja e tudo mais sozinha.

Após quatro anos, resolve dar a volta por cima e com a ajuda dos amigos revive os tempos em que era solteirona. Emagrece 20 quilos, passa a ir às baladas, depara-se novamente com o dilema "será que ele vai ligar?", cadastra-se em sites de namoro, começa a escrever um roteiro de cinema e abre uma conta no Twitter. E é aí que encontra o tal garotão, o Roxter. É nessa rede social que temos as melhores passagens do romance. É de chorar de rir a relação da @JONESINHABJ com seus seguidores, em especial quando assume uma postura séria e preocupada com o público, dizendo-se líder da tal comunidade. Pena que depois seus tweets sejam substituídos por trocas de mensagens por telefone. Aliás, confesso que me irritou o fato de ela não conseguir se concentrar em nada sem espiar a tela do iPhone. Isso me irrita na vida real e me irritou também na ficção. O seu ex, Daniel Cleaver Hugh Grant, faz participação especial como padrinho das crianças (?). Parece que ganhou o papel apenas por consideração. Enfim, não dá para contar mais. Adianto, porém, que o final é óbvio. Com direito a festa de Natal e “puxa, era você”. Ops, será que vou estragar algo? Incorporei a personagem ;-)


Cartaz do filme baseado
 no primeiro diário

5 comentários:

  1. Também sofri quando terminei o livro. Dá saudade dá Bridget como se fosse uma amiga. Acho que o primeiro chic lit a gente nunca esquece.

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  2. Também sofri quando terminei o livro. Dá saudade dá Bridget como se fosse uma amiga. Acho que o primeiro chic lit a gente nunca esquece.

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  3. Eu confesso que hesitei em comprar esse livro, quando soube da morte do Mark Darcy. Como assim, gente? Não era prá ser "e foram felizes para sempre" com ele? (Aproveito prá dizer que prá mim realmente o Mark Darcy é o Colin Firth e o Colin Firth é sempre o Mark Darcy. hihihi)
    Ainda bem que venci essa hesitação, porque o livro é realmente delicioso! Dá vontade que acabe nunca! Também ajudou que o Roxster é uma graça de rapaz! E como não se identifica de alguma forma com as trapalhadas da querida Bridget? Eu entendo que de alguma forma o Daniel Cafajeste Cleaver tinha que voltar à estória.

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  4. Eu confesso que hesitei em comprar esse livro, quando soube da morte do Mark Darcy. Como assim, gente? Não era prá ser "e foram felizes para sempre" com ele? (Aproveito prá dizer que prá mim realmente o Mark Darcy é o Colin Firth e o Colin Firth é sempre o Mark Darcy. hihihi)
    Ainda bem que venci essa hesitação, porque o livro é realmente delicioso! Dá vontade que acabe nunca! Também ajudou que o Roxster é uma graça de rapaz! E como não se identifica de alguma forma com as trapalhadas da querida Bridget? Eu entendo que de alguma forma o Daniel Cafajeste Cleaver tinha que voltar à estória.

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