sexta-feira, 14 de setembro de 2012

cinquenta tons de cinza

Minha deusa interior está a me amaldiçoar. Tudo porque resisti às inúmeras "minha deusa interior isso, minha deusa interior aquilo", faladas a todo momento por Anastacia em "Cinquenta tons de cinza", da britânica E. L. James. Digo que resisti porque fui até a última página do livro na esperança de um desfecho revelador, o que não aconteceu.

Tão irritante quanto a tal deusa de Anastacia é o "não morda os lábios" de Christian Grey. E dessa forma a história segue, com diálogos repetitivos e cansativos que permeiam a relação de um rico empresário com uma recém-formada em Literatura. Ah, claro, há também muitas passagens de sexo. Com direito a tapas, beijos e pulsos amarrados com a gravata da capa, já que o protagonista bonitão é sadomasoquista.

Definitivamente, nada erótico ou sensual, apenas explícito. Feministas que ameaçaram queimar os exemplares do livro, não percam tempo dando mais atenção a esse best-seller. Com certeza, ele não fere a dignidade de ninguém. É apenas um livro que, utilizando uma frase feita, deixa muito a desejar. "Estamos aqui para satisfazer", diria ironicamente Christian. Perdeu, querido, vou passar longe dos outros dois títulos da dita trilogia.

2 comentários:

  1. olá kátia, que bom que li seu post antes de comprar o livro, pois compartilho de suas leituras, e suas dicas são valiosas... bjos e fica na paz... aline marques

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  2. Oi! Kátia concordo com você,além dessa irritante minha deusa interior, tem os comerciais bem tipo REDE GLOBO, acho que ela ganhou da audi.Já li os dois,o terceiro não vou ler chega.bjs

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